Marina Ruy Barbosa se arrepende de campanha acusada de “racismo”

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Musa atual da publicidade, Marina Ruy Barbosa se arrependeu de protagonizar uma nova campanha.

Trata-se do lançamento de um papel higiênico da cor preta, que acaba de chegar ao país.

Na campanha, Marina aparece enrolada no papel higiênico preto, como se fosse uma roupa.

O problema é que o produto e a campanha do mesmo estão sendo acusados de racismo.

Após a polêmica, a atriz está tentando desvencilhar sua imagem de toda essa confusão. Estuda até deixar de ser garota-propaganda do produto.

Marina tratou de apagar das suas redes sociais a postagem feita nesta segunda-feira (24) sobre a campanha.

No post, a atriz se mostrava feliz com o trabalho: “Um lançamento que eu adorei fazer parte”, escreveu ela.

Muita gente está criticando a campanha, que pode até ser suspensa.

O slogan “black is beautiful” já foi retirado.

Segundo o escritor Anderson França, um dos que acusam a campanha de racismo: “se você digitar ‘black is beautiful’ em qualquer lugar do mundo encontrará referências a Angela Davis, Malcolm X, O Partido Panteras Negras para Autodefesa, Nina Simone. Mas, no Brasil, se você digitar #blackisbeautiful você vai encontrar papel de bunda”.

Procurada, a Santher, empresa responsável pelo lançamento do papel higiênico preto, não se manifestou sobre o assunto.

Marina Ruy Barbosa lamentou a confusão e fez um comunicado em suas redes sociais.

“Quando me convidaram e apresentaram a mensagem criativa da campanha para o produto ‘Personal Vip Black’, produto já existente no exterior e trazida pela Santher para o Brasil, fiquei animada em fazer uma campanha diferente e que seria uma novidade no nosso país”, iniciou a atriz.

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